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Chinelos Ecológicos

Chinelos Ecológicos

Há vários anos que João Azevedo tinha um projeto em mente:

Ter uma marca que vendesse um produto que toda a gente precisasse e usasse” com regularidade. Há mais ou menos um ano e meio, o projeto começou a ganhar forma. Marinada a ideia, João começou a trabalhar num conceito de “chinelos ecológicos”, fabricados a partir de materiais reciclados, ideais para ir à praia ou simplesmente para passear. “Se fosse fazer algum produto, teria de ser alguma coisa neste contexto, que não fosse prejudicar o ambiente”, explica ao Observador.

O conceito deu lugar à Cima Sandals, uma marca que se prepara para começar a produzir os primeiros chinelos com cortiça nacional e borracha reciclada até finais de julho, princípios de agosto. Como? Através de uma campanha de crowdfunding (financiamento coletivo) que João Azevedo lançou na KickStarter para obter 4.800 euros até 19 de maio. Em troca, quem investir, pode receber um par de Cima Sandals."

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In: Observador

Imagem: Retirada da página de Facebook "Cima Sandals"

Excelência  no  desporto

Excelência no desporto

A cortiça é um produto 100% natural e orgânico excelente para base de apoio de pavimento desportivo, tornando-o mais macio ao toque, diminuindo o risco de lesões no impacto com o solo.

A cortiça é um produto natural e orgânico 100% colhida das árvores Quercus suber.

Devido à sua estrutura única, a cortiça tem uma condutividade térmica que permite que a relva sintética se mantenha a uma temperatura mais baixa até menos 2 graus Celsius em comparação com os sistemas tradicionais de areia e de borracha.

É excelente para o desporto por causa de sua resistência ao atrito tornando-se mais macio ao toque, diminuindo o risco de lesões no impacto com o solo.

Tenha  o melhor produto orgânico, livre de químicos para praticar desporto.

Photo: © DANIEL MOREL / REUTERS

Cortiça - Brinquedos

Cortiça - Brinquedos

«Portugal é um dos maiores produtores mundiais de cortiça e eu sou umas das portuguesas que mais gosta deste material! Por isso, cá em casa sempre procurei muitos objectos com cortiça, desde objectos decorativos, de cozinha, móveis, até os brinquedos para os miúdos. É um dos meus presentes preferidos também para oferecer a crianças.

A escolha é interminável e tão gira, deixo aqui algumas sugestões a começar por este maravilhoso conjunto de tambores RUFO do Studio Pedrita, português como o material e belissimamente desenhado. Já como objecto de estacionário e giríssimo para ter na secretária dos que começam a escrever e ler, o FURO de Fernando Brízio é qualquer coisa fenomenal, guarda lápis mas também com ele se criam desenhos giríssimos. Mesmo o meu género! E claro, português como se quer a cortiça!»

Por Andrea Portugal Deveza

 
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In: eu, mãe
imagens: a's spot pinterest .play.|brincar

Silves: futuro do Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês

Silves: futuro do Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês

Silves: Sessão pública discute futuro do Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês.

A sessão pública «O Futuro do Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês», que visa debater uma solução para a reabertura do espaço, vai ter lugar no próximo dia 20 de fevereiro, no Teatro Mascarenhas Gregório, em Silves.

Trata-se de uma iniciativa da APAI – Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial e da APOM – Associação Portuguesa de Museologia, ambas associações de interesse público sem fins lucrativos, com o apoio da Câmara Municipal de Silves.

A ação nasceu da indefinição pública quanto à resolução de “um dos mais complexos problemas da museologia portuguesa contemporânea”, refere a organização: a dificuldade de reabertura daquele museu, cujo edifício ou parte imobiliária é propriedade da CGD, enquanto os bens móveis (na sua quase totalidade património integrado do edifício) são pertença de um outro proprietário – o Grupo Nogueira.

Por outro lado, o imóvel encontra-se classificado na categoria de monumento municipal e, portanto, recai sobre ele os direitos de proteção e de conservação que a Lei de Bases do Património Cultural, n.º 107/2001, de 8 de setembro, exigem que se cumpram, atendendo ao interesse público.

Simultaneamente, explicam ainda as duas associações, não se encontram garantidas as condições para a classificação dos bens móveis por parte das entidades da administração central e local, dada a complexidade dos conflitos entre o público e o privado, para além da natureza do museu, de índole industrial e os problemas que uma gestão privada ainda revela no âmbito da legislação portuguesa.

“Ambas as associações e a Câmara Municipal têm recebido diversas a manifestações públicas da vontade de resolução deste importante caso do património industrial de Portugal e, simultaneamente, da museologia portuguesa por se tratar de um dos mais notáveis museus industriais do país e da Europa”, refere-se.

Por essa razão, as duas associações pretendem desenvolver todas as iniciativas que possam conduzir à solução e ao futuro do museu, independentemente do modelo de gestão que vier a ser adotado.

“O significado da resolução das questões de propriedade e de valorização patrimonial excedem o Algarve e Portugal e manifestam-se a nível internacional”, salientam.

O fórum de Silves terá um formato de debate democrático das diferentes posições em confronto, de modo a “garantir a maior transparência dos desígnios e das soluções apresentadas por cada entidade” e, assim, poder avaliar-se o que cada organização pretende fazer e desenvolver para garantir uma solução de futuro para a reabertura do museu.

O debate será moderado por Maria da Luz Sampaio e pelo jornalista Manuel Vilas Boas, da TSF"

In: Diário Online - Algarve

imagem: pt.wikipedia.org

Cortiça portuguesa na Semana de Moda de Londres

Cortiça portuguesa na Semana de Moda de Londres

A casca de sobreiro foi o material escolhido por Portugal para simbolizar a utopia da sustentabilidade ecológica no International Fashion Showcase.

A cortiça portuguesa vai estar em destaque na Semana da Moda de Londres, que começou ontem, dia 18, e decorre até ao dia 23 de fevereiro e durante a qual os portugueses Marques’Almeida vão apresentar em desfile a sua coleção para o próximo outono/inverno.

A casca de sobreiro foi o material escolhido por Portugal para simbolizar a utopia da sustentabilidade ecológica no International Fashion Showcase (IFS), uma iniciativa do British Council e do British Fashion Council em que participam 24 países convidados.

O evento, que faz parte do calendário oficial da Semana da Moda e serve de plataforma para estilistas emergentes, tem por tema este ano “Utopias da Moda”, evocando o livro “Utopia”, de Thomas More, publicado há 500 anos, refere a informação disponibilizada pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

Uma tonelada de cortiça, doada pela Corticeira Amorim, foi usada para cobrir o chão e uma estrutura que domina a sala onde estarão expostas criações de Estelita Mendonça, HIBU, KLAR, Pedro Neto e UNT.

No espaço oficial da Semana da Moda, no edifício Brewer Street Car Park, a moda portuguesa estará representada por Alexandra Moura, Carla Pontes, Daniela Barros e Susana Bettencourt, num “showroom” (espaço expositivo) de vendas.

A presença portuguesa culmina com o desfile na terça-feira da coleção outono/inverno da Marques’Almeida, fundada pela dupla Marta Marques e Paulo Almeida.

MAIS INFORMAÇÃO:

In: PORT.COM

imagem: pixabay.com

O Uso de um Material tão Nobre na Construção

O Uso de um Material tão Nobre na Construção

A cortiça é um produto de origem natural extraído de sobreiros, sendo um produto, actualmente, utilizado de várias maneiras e em vários locais.
É um forte aliado do design e inovação na área da decoração dentro e fora de casa.

A cortiça é um produto leve, isolante e acima de tudo sustentável, nobre e muito versátil.
Qualquer sítio da casa se pode tornar mais elegante e cheio de carisma ao utilizar este género de decoração, desde as salas de jantar, cozinhas, quartos ou mesmo casas de banho. Quando se fala em construção sustentável de uma sociedade contemporânea preocupada com o planeta e a sua ecologia, o material cortiça enquadra-se na perfeição para a concretização desses objectivos.
A aplicação da cortiça na construção, começou por ser uma solução para valorizar os desperdícios gerados pela produção de rolhas.
Neste momento essa solução resulta numa diversidade de soluções altamente eficientes, quer a nível técnico quer ambiental.
A percepção positiva em torno das soluções de cortiça ultrapassa claramente a realidade portuguesa.

No caso do Aglomerado de Cortiça Expandida, foi eleito nos EUA como um dos dez produtos mais ecológicos e sustentáveis do mundo, pois é altamente benéfico no que respeita à eficiência energética e a uma boa utilização de materiais.
A nível de isolamento, é o produto mais sustentável, garantindo uma durabilidade ilimitada e sem perda de características.

A cortiça evidencia o seu superior desempenho ambiental, de acordo com normas internacionais que constituem um padrão de referência para edifícios sustentáveis.
As soluções desenvolvidas nos dias de hoje, são tão abrangentes que é possível incluí-las em todas as fases de construção e reabilitação de edifícios, desde a impermeabilização e anti-vibráticos para as infraestruturas, fundações e sub-pavimentos, passando ao isolamento acústico e térmico e terminando com opções de revestimento final de solos, paredes e tectos interiores, fachadas e coberturas, com visuais modernos e distintos.
No caso das grandes infraestruturas como túneis, barragens e pontes, são soluções de cortiça destinadas ao preenchimento dos espaços das juntas de dilatação, que absorvem as vibrações e expansões induzidas pelo calor ou contrações de diferentes materiais de construção, permitindo o movimento das estruturas sem as danificar.
É a única matéria-prima que consegue garantir o mesmo nível de desempenho técnico ao longo de toda a vida útil do produto.

Encontre a solução ideal identificando a zona de aplicação e escolhendo o tipo de aplicação que melhor se adequa.
Todas as aplicações em cortiça têm vantagens em termos de isolamento térmico, acústico e anti-vibratório, potenciadas pela origem do produto, processo de fabrico e experiência.
Hoje em dia já consegue encontrar soluções em cortiça a vários níveis processuais na construção de uma habitação.
Pode aplicar a nível da cobertura, paredes exteriores e interiores, laje e pavimentos, tectos e outras aplicações pontuais como juntas de dilatação.

Falando especificamente do Aglomerado de Cortiça Expandida, que é um material sustentável para construção sustentável, pois é apenas cortiça como matéria-prima, sem aditivos, a aglomeração é feita com as suas próprias resinas (suberina), 93% do consumo de energia é biomassa (desperdício do seu próprio processo industrial) e este desperdício é 100% reutilizável (grânulos de cortiça + pó). Este aglomerado é fabricado em várias densidades.

Sempre que se fala de cortiça na construção, mais especificamente do Aglomerado de Cortiça Expandida, existem automaticamente 3 mais valias a acrescentar. São elas:

  • Isolamento Térmico

  • Isolamento Antivibrático

  • Isolamento Acústico

No que diz respeito ao Isolamento Térmico, este produto tem a capacidade de reter a passagem do calor/frio.
Ele apresenta uma baixa condutibilidade térmica associada a uma lenta e progressiva libertação do calor/frio para o interior/exterior de uma habitação.
Isto torna-o num isolamento mais eficaz.

Quanto ao Isolamento Antivibrático, o referido aglomerado, após sujeito a cargas/pressão, apresenta uma recuperação para a espessura original, na ordem dos 98%. Isto evita a propagação de vibrações em determinada superfície para as superfícies contíguas a esta.

Relativamente ao Isolamento Acústico, este material tem a capacidade de absorver as ondas sonoras, transformando-as em energia e libertando apenas um remanescente.
À diferença entre a capacidade de absorção e o valor inicial de ruído, dá-se o nome de isolamento acústico.

Para além das 3 mais valias apresentadas, ainda podemos referir uma série de vantagens que existem na incorporação deste material a nível de construção de uma moradia. São elas:

  • Produto 100% natural

  • Muito baixa energia incorporada

  • Carbono Negativo

  • Isolamento Térmico, Acústico e Antivibrático em simultâneo

  • Elevada estabilidade dimensional

  • Suporta temperaturas entre -180 C e +120 C

  • Durabilidade praticamente ilimitada, mantendo características técnicas

  • Promove o atraso térmico

  • Qualidade do ar interior A+

  • Permeável ao vapor de água

  • Resistente à compressão (boas propriedades mecânicas)

  • Em caso de incêndio não liberta gases tóxicos

  • Não reage a agentes químicos

  • Não atacável por roedores

  • 100% Reciclável e Reutilizável noutras aplicações

​Ou seja, para uma construção eficiente e sustentável, nada melhor que usar um material 100% natural e reciclável.

Uma das características que melhor contribui para o comportamento térmico de um edifício, é a inércia térmica do material aplicado nessa construção.
Face a alguns estudos de mercado, confirma-se que a aplicação exterior do aglomerado de cortiça expandida é uma óptima solução, pois este material tem um óptimo atraso térmico. Ou seja, este material tem a capacidade de armazenar calor e de o restituir ao meio envolvente pouco a pouco. Desta forma permite garantir o conforto, de Verão evita o sobre-aquecimento e de Inverno mantém o aquecimento no interior. Claro está que quanto maior for a espessura da placa do aglomerado de cortiça, maior será o atraso térmico.
O atraso térmico das soluções indica-nos a diferença de tempo entre uma variação de temperatura numa das superfícies do sistema construtivo e a manifestação dessa variação na face oposta, quando o sistema é sujeito a um regime variável de transmissão de calor.
Soluções com um atraso térmico mais elevado contribuem para a melhoria do comportamento térmico dos edifícios, visto que retardam a perda ou ganho de calor através da envolvente.

No que diz respeito a impacto ambiental, a cortiça é um óptimo exemplo de material rapidamente renovável, ou seja, é aquele que pode estar pronto para extração novamente em até 10 anos, sem causar dano à sua origem, o sobreiro. Ela é proveniente da casca do sobreiro, uma árvore que tem crescimento lento e que vive em torno de 200 anos.
É um material versátil, flexível, com um toque macio e confortável daí ser usado em inúmeras coisas, que não só a construção.

Nos dias de hoje, para além da fabricação de revestimentos de pisos e paredes a nível construtivo, também a cortiça é muito usada no design de mobiliário e objectos decorativos.

Peças únicas e personalizadas, é o tipo de decoração que a cortiça pode fazer por um ambiente.
A decoração com este material favorece a aparência natural da casa e fornece uma cor neutra, sendo estes factores muito importantes para o nível estético que se quer dar ao espaço.
Desde os revestimentos de paredes, passando pelo mobiliário até aos adereços de decoração, a cortiça faz as maravilhas de quem a utiliza proporcionando um clima sóbrio e cheio de personalidade.
Acessórios funcionais ou decorativos como candeeiros, vasos, espelhos, etc conseguem criar um ambiente muito flexível e original. Basta que se meta a imaginação a funcionar!

Resumidamente, este é o comportamento da cortiça:

Elevada estabilidade dimensional suportando grandes variações térmicas (entre: (-) 180ºC e (+) 120ºC);
No caso de incêndio, a cortiça não liberta gases tóxicos;
Durabilidade ilimitada, mantendo as características técnicas (testes oficiais comprovam 45 e 50 anos);
Após utilização é totalmente reciclado e utilizado novamente em aplicações na construção.
Quer criar um ambiente repleto de charme e requinte e não sabe como o conseguir?
A decoração com a cortiça é a resposta à sua questão.
Quanto mais original for a sua aplicação, mais valorizado fica o local onde ela foi aplicada. Desta forma vai conseguir dar um toque luxuoso, único e sobretudo Português à sua casa."

In: Casema - Casa Especiais de Madeira